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Existe Pix em outro país?

Existe Pix em outro país?

Existem mais de 50 países que também utilizam plataformas semelhantes ao Pix. Alguns são: Índia, Austrália, Reino Unido, China e os Estados Unidos.

Sendo que nos Estados Unidos existem alguns aplicativos como o Venmo e o Zelle, que fazem essas transferências instantâneas por QR code dentro do país.

Porém, se você quer fazer um Pix que vá do Brasil para outro país, o processo vai envolver câmbio.

Nós da CambioReal somos a solução para enviar Pix do Brasil para os Estados Unidos.

Como funciona um Pix do Brasil para outro país?

Existem duas opções para o envio de dinheiro do Brasil para os Estado Unidos e vamos explicar melhor abaixo.Sendo que uma delas, é um serviço especializado aqui da CambioReal.

Transferência via SWIFT

Frequentemente usada para transferências entre instituições de dois ou mais países diferentes.

Nessa opção, a transferência é feita de um banco para outro, podendo ter que ser intermediada por outros bancos pelo caminho.
Para isso é utilizado o código BIC, ou código SWIFT que é uma combinação de caracteres que serve para identificar bancos de qualquer lugar do mundo e cada banco tem um código SWIFT único.

Em resumo, é um processo mais demorado, burocrático e caro, pois as instituições que intermediam cobram taxas de serviços, além dos Impostos obrigatórios do Banco Central e o dinheiro pode viajar entre vários bancos até chegar ao seu destino.

Pagamento Local

A nossa segunda opção, que bem é melhor comparada a  Transferência via SWIFT,  já que nesse processo o pagamento é local.

Por esse motivo, passa a ser uma Transferência, muito mais rápida, e barata.

O nosso método de pagamento local é muito simples:

Você faz a transferência do valor que deseja enviar aos Estado Unidos, escolhe o método de pagamento via Pix, e através de um QR Code você completa o pagamento.

O Valor em reais é enviado em questão de segundos para a nossa processadora aqui no Brasil.

Que ao receber, processamos lá nos EUA o pagamento, que ocorre de uma conta local dos Estados Unidos para o beneficiário.

Dessa forma, o beneficiário recebe de 1 até 3 dias úteis, o dinheiro nos Estados Unidos, pagando muito menos taxas.

Como fazer um Pix do Brasil para os Estados Unidos?

Deixa eu te mostrar como funciona esse processo aqui na CambioReal, você vai ver que é bem simples:

1º. Acesse o nosso Site e criar sua conta;

No painel “Enviar Dinheiro”, em nossa plataforma:

2º. Informe o Valor que pretende enviar;

3º. Em Perfil, preencha os seus dados;

4º. Em Beneficiário, preencha os dados de quem vai receber o dinheiro;

5º. Em Pagamento, escolha a forma de pagamento (Pix ou Boleto).

Obs.: Confira todos os dados antes de “Finalizar” a operação.

Digite a senha que você cadastrou e clique em “Finalizar” .

É um processo muito simples quando você escolhe a CambioReal para te auxiliar!

Receber Pix como Pagamento nos EUA

Se você tem uma empresa nos EUA e quer receber pagamentos do Brasil por Pix, você pode usar o CambioCheckout!

Somos uma alternativa econômica e prática para facilitar a vida de empresas e profissionais autônomos.

Com o nosso serviço CambioCheckout, você recebe 100% do valor que definiu em dólares, sem merchants fee e sem risco de câmbio.

Como funciona

Você pode enviar solicitações de cobrança por e-mail, Whatsapp ou inserir o nosso botão de pagamento em seu site.

Seu cliente poderá pagar por Pix, boleto ou parcelar no cartão em 12x e você recebe diretamente na sua conta nos Estados Unidos.

Dessa forma, você ainda controla todos os valores e datas de recebimentos com muito mais facilidade.

É muito simples:

Seu cliente clica no link de pagamento da CambioReal, já com o valor definido em dólares.

O cliente escolhe o método de pagamento e paga em reais no Brasil com a cotação do momento.

Em até 3 dias úteis*, o valor integral em dólares cai na sua conta bancária nos EUA.

Benefícios do CambioCheckout

  • Taxa de serviço ZERO
  • IOF de 0,38%
  • Parcelamento em até 12x
  • Live chat em português para impulsionar suas conversões
  • Sem risco de chargebacks
  • Receba valores todos os dias.

 

Ficou interessado, venha conferir o nosso serviço e tire suas dúvidas.

Taxas e Impostos

É necessário pagar tributos para receber dinheiro do exterior.

De acordo com o Banco Central do Brasil, a pessoa física pode enviar entre R$ 10.000,00 a USD 3.000,00 sem grandes burocracias.

Em caso de valores mais elevados, será necessário apresentar a declaração de imposto de renda referente ao último ano.

Sobre dúvidas de isenção na hora de fazer a declaração de imposto de renda, orientamos que verifique com seu contador ou tributarista de confiança.

Ao longo do ano, se você recebeu um valor inferior ao limite estipulado pela Receita Federal de rendimentos tributáveis, como seu “salário” vindo do exterior, saiba que você é isento do imposto de renda.

Porém, se tiver recebido mais do que o limite estabelecido, o seu IR irá variar entre 7,5 e 27,5%, o que vai depender do valor que você recebeu.

A CambioReal se destaca quando o assunto é enviar e receber dinheiro do exterior tanto como PF ou PJ, pois somos bem mais baratas que bancos e outras plataformas.

Como já foi dito, o IOF é cobrado em todas as operações de câmbio, ou seja, todas as transações enviadas ao exterior.

Normalmente os bancos, apresentam muitas desvantagens para o recebimento, como diversas taxas e tarifas, como a taxa de envio e recebimento, custos Swift, além do IOF, que é obrigatório em todas as transferências internacionais.

Todo dinheiro enviado do exterior ao Brasil é intermediado por instituições que são autorizadas pelo Banco Central (BC).

Porém, os valores variam de acordo com a natureza da operação e depende da Plataforma que você irá utilizar.

Mas não se esqueça que aqui na CambioReal, em valores acima de 50 USD, não é cobrado nenhuma taxa de serviço. O que torna o envio muito mais barato.

A seguir vamos te explicar quais são os impostos sobre a Transferência Internacional.

IOF

O IOF é um dos impostos que é cobrado em uma Transferência Internacional e ele é aplicável nas transferências tanto para pessoa física quanto jurídica.

Ao enviar dinheiro para uma conta bancária no seu nome, o IOF é de 1,1%. Mas, ao enviar dinheiro para contas de outras pessoas, o IOF que será cobrado é de 0,38%.

Lembramos que o IOF é um imposto federal cobrado obrigatoriamente em todas as operações financeiras enviadas ao exterior.

Mas trazemos boas novas! o decreto nº 10997/22 estabelece a redução gradual na taxa de IOF, durante os anos de 2023 a 2029.

E melhor ainda! Até 2029, o IOF sobre as transferências para o exterior passará a ter custo zero.

A proposta é que, a partir de janeiro de 2029, essa taxa seja zerada em todas as transações.

Taxas de câmbio e Spread

Do inglês, spread significa margem e que no setor bancário descreve a diferença entre os juros que os bancos pagam quando você investe seu dinheiro, por exemplo.

Nas transações de Câmbio o spread que será cobrado é a diferença entre a cotação comercial da moeda estrangeira e o valor pago para a realização da operação.

Um exemplo prático, se considerarmos que a cotação do dólar comercial é de R$ 4,14 e um spread de 1.3%, o valor cobrado será de R$ 0.05382.

Taxa fixa

Em casos de transferências via Swift, a taxa fixa irá variar de U$10 até U$50 por operação e por instituição financeira.

Já aqui na CambioReal é diferente. Para envios acima de U$50, não há taxa. Apenas para envios abaixo de U$50, cobramos o valor de U$1,99.

No caso de pagamentos, caso queira pagar valores até U$9.500,00 não será cobrada nenhuma taxa de serviço.

Já para pagamentos acima de U$9.500,00 é cobrado uma taxa de serviço de U$15 dólares, pois esses casos são considerados como pagamento de alto valor.

Limite para envio de Pix para os EUA

Aqui na CambioReal os limites anuais podem variar caso a caso.

Quando a conta atinge o limite de R$30.000,00 (trinta mil reais) em um ano, solicitamos documentos de comprovação de renda além dos documentos pessoais.

Podendo ser solicitado o imposto de renda ou extrato bancário dos últimos três meses.

Documentos analisados, a CambioReal altera o limite da conta para um valor compatível aos apresentados nos documentos.

Se quiser enviar, valores acima de BRL 10.000,00 ou USD 3,000.00 por mês, documentos adicionais serão solicitados, como comprovantes de origem do dinheiro e assinatura de um contrato de câmbio.

Se esse for o seu caso, não se preocupe,é só entrar em contato conosco por telefone ou e-mail, WhatsApp ou Chat.

Porque a CambioReal?

Somos uma empresa especializada em remessas internacionais.

Isso garante mais assertividade na classificação de seu envio, mais agilidade na logística de pagamentos e menores custos.

Possuímos uma rede de parceiros locais em diversos países para que os pagamentos sejam feitos de forma 100% legal, menos burocrática, mais ágil e econômica.

Ou seja, através da CambioReal, você vai enviar dinheiro legalmente com muito mais rapidez e economia do que se decidir utilizar um banco.

A CambioReal é uma Money Service Business que surgiu para facilitar envios internacionais de dinheiro.

Ou seja, não somos um banco, o que significa que é bem mais fácil e barato enviar com a gente, mas somos tão seguros quanto os bancos, sabe porque?

A CambioReal foi fundada em 2004 nos Estados Unidos e devidamente registrada junto ao FinCEN para operar com remessas internacionais.

Todas as nossas transações seguem inúmeros procedimentos de segurança e compliance, para garantir que o seu dinheiro chegará seguramente ao destino final.

Além disso, as agências governamentais que fiscalizam a CambioReal são as mesmas que regulam os bancos.

Personal Shopper vs. Redirecionador: Qual a Diferença?

Qual a diferença entre Personal Shopper e Redirecionador?

Personal Shopper e Redirecionador são duas coisas que todo mundo que busca importar já ouviu falar. Hoje vamos te explicar a diferença entre os dois e como você pode economizar usando os seus serviços para importar. Confira!

O que é uma Redirecionadora?

Para comprar online em uma loja nos Estados Unidos você precisa de um endereço e forma de pagamento americanos.

Redirecionadora é uma empresa que ajuda nesse processo a enviar sua encomenda dos Estados Unidos para o Brasil.

Eles fazem isso de duas maneiras:

  • Compra direta
    Em que você compra um produto numa loja online nos EUA e manda enviar no endereço americano da redirecionadora;
  • Compra assistida
    Em que a redirecionadora compra, envia e faz tudo para você;

 

Essa é a opção ideal para quem quer importar pela internet.

Segue as redirecionadoras que recomendamos:

 

No caso da compra assistida, você manda o link do produto que pretende comprar para a redirecionadora que então faz um orçamento do valor do serviço incluindo o frete e impostos para mandar a encomenda para o Brasil.

A limitação da compra assistida é que a redirecionadora só aceita comprar em algumas lojas, como a Amazon.

Se você quiser comprar em uma loja que a redirecionadora não aceita fazer compra assistida, então você vai precisar fazer uma compra direta.

Na compra direta é você quem compra o produto na loja online. Para isso:

  1. Feche o carrinho na loja que pretende comprar;
  2. Carregue o valor do carrinho numa conta CambioWallet;
  3. Pague em reais o valor da compra por Pix ou Boleto;
  4. Assim que o cartão CambioWallet for gerado, cadastre-o como forma de pagamento na loja virtual;
  5. Crie uma conta na redirecionadora e copie seu endereço americano;
  6. Cadastre o endereço americano como Shipping Adress;

 

Assim que você finalizar o pedido ele vai ser enviado ao galpão da redirecionadora, que então vai fazer o envio para o seu endereço no Brasil.

O processo é mais trabalhoso, mas te dá mais liberdade para escolher a loja e às vezes é mais barato.

Resumindo:

A redirecionadora é uma empresa que recebe encomendas de lojas nos EUA e envia (redireciona) elas para o seu endereço no Brasil.

O que é um Personal Shopper?

O Personal Shopper é a opção para quem quer comprar em uma loja física nos EUA.

Ele é um profissional que se dispõe a ir a uma loja de departamento da sua preferência e fazer compras para você.

Pode parecer estranho, mas Personal Shoppers são muito requisitados para comprar enxovais de bebê, chá de panela e presentes diversos.

Tem gente que viaja para os EUA e fica com saudade, então faz um encomenda com personal shopper, especialmente em lojas de souvenir como a da Disney em Orlando.

A diferença entre o Personal Shopper e a redirecionadora é que o processo é feito pessoalmente.

É um serviço personalizado e por isso mais caro.

Depois que a encomenda é feita o Personal Shopper passa o valor da compra, mais serviço e envio para cobrança no Brasil.

Você pode encontrar vários personal shoppers na internet pelo instagram já que essa é uma atividade muito realizada por brasileiros que moram nos EUA.

A partir daí é só contratar o que mais te agrada.

 

Resumindo:

O Personal Shopper é um profissional que faz compras personalizadas em lojas de departamento nos EUA e envia essas compras para o Brasil. A diferença dele para a redirecionadora é que ele faz isso pessoalmente.

A diferença entre o Personal Shopper e o Redirecionador depende do cliente.

Para quem revende produtos no Brasil, a melhor opção é de longe a Redirecionadora.

Quem vai comprar um produto uma vez só pela internet e quer economizar, também tende a fazer compra direta com redirecionamento.

Já quem não quer se incomodar escolhe a compra assistida por redirecionamento.

Então, o personal shopper é mais para quem não gosta ou não sabe comprar pela internet e quer ter um atendimento mais pessoal.

Espero ter solucionado a sua dúvida. Até a próxima!

Como vender para clientes no Brasil

Como vender para clientes no Brasil

Se você está começando um negócio nos EUA pode ser difícil encontrar novos clientes. Especialmente se você está vendendo para brasileiros. 

Eventualmente a sua lista de amigos, parentes e conhecidos vai acabando e aí começa a ficar difícil encontrar clientes no Brasil. 

Por sorte, tem formas fáceis de resolver essa situação e é isso que vamos te mostrar hoje. Boa leitura!

Recebendo pagamentos do Brasil

Antes de começar o assunto principal, eu queria explicar que você não precisa manter uma conta no Brasil para receber os pagamentos dos seus clientes brasileiros.

O jeito mais fácil de administrar as finanças da sua empresa é receber os pagamentos direto na sua conta bancária nos EUA. E para isso existe o CambioCheckout.

Com CambioCheckout, você recebe pagamentos do Brasil direto na sua conta nos EUA com tranquilidade.

E mais, seu cliente paga em reais por pix, boleto ou cartão parcelado e você recebe em dólares na cotação do momento sem risco de câmbio ou chargeback.

É simples, é grátis então por que não testar? Acesse aqui para saber mais!

Anunciando para o Brasil

Existem duas formas básicas de encontrar novos clientes: ativa e passivamente.

O anúncio passivo é o que nós chamamos, no marketing, de conhecimento de marca ou lembrança de marca.

Você expõe a sua solução ao público e as pessoas que se sentirem interessadas têm que então agir: “Clique aqui”, “Inscreva-se” por aí vai.

Mídia social, por exemplo, é um canal de comunicação que converte clientes passivos.

Você pode criar uma campanha no Facebook Ads e atingir seu público alvo no Brasil. Os que se interessarem vão então buscar a sua solução. Mais tarde vamos mostrar um passo a passo para criar anúncios no Facebook Ads que atingem brasileiros.

O problema do anúncio passivo é que ele vai atingir muita gente que não vai se interessar pela solução. 

Você pode até melhorar a segmentação do público-alvo e, nós vamos mostrar como fazer isso, mas ainda assim, o anúncio passivo vai desperdiçar verba.

É por isso que anúncios passivos são mais utilizados por empresas já estabelecidas que querem se manter relevantes na memória do cliente.

Para quem está começando eu recomendo o uso de anúncios ativos.

Anúncios ativos são feitos para atingir o cliente no momento que ele está procurando pela solução. 

O mais famoso é o anúncio de pesquisa no Google Ads e por ele ser mais fácil de usar vai ser o que nós vamos nos concentrar hoje.

Google Ads para atingir clientes no Brasil

Para mostrar o passo a passo da criação de campanhas de pesquisa para Google Ads que atingem público no Brasil nós criamos o vídeo abaixo!

Como criar uma campanha internacional no Google Ads

Para criar sua primeira campanha:

  1. Crie uma conta no Google Ads (se você acabou de criar uma conta, clique em na engrenagem “configurações” e selecione “painel avançado”);
  2. Clique no botão “+ Nova Campanha
  3. Selecione objetivo (sugestão Tráfego no site) e clique em Continuar;
  4. Selecione Pesquisa;
  5. Cole o URL do seu site (caso você tenha selecionado tráfego no site);
  6. Dê um nome a Campanha e clique em Continuar.
  7. Selecione um valor para Orçamento diário;
  8. Selecione a métrica que quer focar (sugestão Cliques) e clique em Próxima;

 

Você vai cair na página de Configurações de Campanha.

Agora tem um ponto muito importante: em Locais selecione “Inserir outro local” > Brazil.
Então em “Opções de locais” selecione apenas “Presença”.

Parcelar no Pix: o que é e vale a pena?

Parcelar no Pix: : o que é?

Vale a pena?

Parcelar os pagamentos por Pix é a nova tendência no varejo, por isso, se você está aceitando pagamentos por Pix é bom entender como o parcelamento funciona e quais as vantagens para o seu e-commerce.

Abaixo vamos te explicar exatamente isso, então confira!

O que é Parcelamento por Pix

Pix Parcelado é um pagamento feito via empréstimo ou crédito.

O parcelamento acontece diretamente entre o cliente e o banco que processa o pagamento (mais para frente vamos explicar porque isso é vantajoso para você).

O que isso significa? Significa que seu cliente faz um pagamento por Pix Parcelado, você vai receber esse pagamento à vista e o cliente vai parcelar com o banco dele esse valor.

Diferente do cartão de crédito, você não lida com a processadora na hora de vender.

Essencialmente, o cliente está fazendo um empréstimo com o banco ou então usando o crédito que ele tem com o banco para fazer o pagamento. 

O banco processa e libera os fundos da transação e depois cobra as parcelas diretamente com o cliente.

As primeiras empresas que foram capazes de popularizar essa forma de pagamento foram o Nubank, PicPay e MercadoPago. 

Já que todas são fintechs, fica fácil oferecer crédito no momento do pagamento. 

O processo de liberação de crédito deles é tão rápido, que mesmo um Pix que precisa ser pago em minutos, consegue ser processado com facilidade.

Hoje, os seguintes bancos oferecem opção de parcelar ou “dividir” o Pix: PicPay, MercadoPago, Nubank, Digio e Santander.

Por que o Pix Parcelado é vantajoso

Parcelar o Pix vale a pena principalmente pro cliente de revenda que precisa maximizar o fluxo de caixa.

Tomando como exemplo o mercado de importação, o comprador pode comprar um volume maior de mercadoria com a intenção de revender no Brasil.

Isso é um caso comum para os nossos clientes aqui na CambioReal.

Para o cliente que não quer pagar à vista, porque isso atrapalha no fluxo de caixa, quais são as opções dele?

Por exemplo, nós oferecemos o parcelamento no cartão de crédito nacional em 12x.

Existe também a opção de pagar com cartão internacional.

No entanto, pagar no cartão de crédito envolve certos problemas, tanto para o cliente quanto para o vendedor.

Um dos principais problemas para o vendedor de mercadorias internacionais é o risco de chargeback.

Nós temos um material detalhado sobre Chargeback se você quiser ler aqui!

Muitos lojistas têm dificuldade de lidar com fraudes no cartão de crédito. 

Se o cliente decidir interromper os pagamentos solicitando chargeback, especialmente em serviços com prazo longo, isso se torna um risco grande para o lojista

A solução que nós criamos na CambioReal foi oferecer pagamento com seguro contra chargeback.

Nesse caso, o cartão tem que ser aprovado pela processadora antes da operação ser finalizada, analisando o “score” do cliente.

Como o risco é alto, nem todos os cartões de crédito passam pela aprovação neste processo. E a taxa de aprovação  pode diminuir ainda mais quando o valor é mais alto. Isso pode ser frustrante para o cliente e lojista.

Aqui já temos alguns diferenciais entre pagamento no cartão de crédito para Pix Parcelado:

  • No cartão de crédito, o pagamento precisa ser aprovado pela operadora do cartão e pela processadora, enquanto que no Pix o parcelamento não passa pela processadora
  • Pix Parcelado não oferece opção de chargeback, simplesmente porque o pix é mais à prova de fraudes. Já o cartão de crédito pode ser clonado, etc;
  • Parcelamento por Pix não precisa depender do limite do cartão de crédito;

Como o Pix Parcelado funciona?

O funcionamento do Pix Parcelado é relativamente simples, mas muda de banco para banco.

No caso do Nubank, por exemplo, todos os pagamentos por Pix podem ser parcelados no momento do pagamento. 

O Nubank usa o limite de crédito liberado para sua conta + limite extra para Pix.

Outras instituições financeiras podem liberar parcelamento no Pix num formato de empréstimo.

Dependendo do banco, o cliente  pode parcelar de 2 até 24 vezes.

No momento, não encontramos nenhuma opção com parcelamento sem juros.

Pontos de atenção com o Parcelamento por Pix

Como comentamos anteriormente, pagar por Pix Parcelado parece ser vantajoso em compras internacionais, mas isso não é garantido.

É preciso comparar as taxas, impostos e os juros do parcelamento.

Por exemplo, comprando com um cartão de crédito internacional, você vai pagar um IOF de 5,36% + spread de cambio + juros de pagamento internacional + taxas de pagamento.

Pagando com a CambioReal por Pix e parcelando no seu banco, você paga um IOF de 0,38% + “spread” de câmbiopercentual + juros do parcelamento.

Como a diferença no IOF é grande e é provável que seu clientevai ter mais economia parcelando no Pix.

Já para o lojista, ainda existe o benefício de não ter que operar transações de cartão de crédito internacional, nem se incomodar com o Chargeback, então parece ser uma opção muito mais interessante.

Como comprar casa nos EUA

Como comprar casa nos EUA

Hoje vamos te ensinar os segredos e detalhes sobre como funciona o processo para brasileiros conquistarem esse grande sonho: Comprar uma casa nos EUA

Busca de qualidade de vida? Mais oportunidades e segurança para a sua família?

Assim como vários imigrantes, muitos brasileiros sonham em comprar uma casa nos Estados Unidos e tornar esse país o seu novo lar.

Já por outro lado, por ter uma moeda forte e um sistema econômico sólido, investidores enxergam como uma ótima oportunidade ter imóveis para alugar.

E só para você saber, na maior parte da região de Orlando (Flórida), os investimentos são de brasileiros.

Confira abaixo o vídeo completo e tire suas dúvidas pelo índice!

Brasileiros podem comprar casa nos EUA?

A resposta é bem simples, sim! Brasileiros, podem comprar casa nos Estados Unidos.

Na verdade, qualquer estrangeiro pode comprar uma casa nos EUA.

Mas, só ter o dinheiro não é o principal, você precisa entender como funciona todo o processo, quais as opções e a documentação necessária.

E é sobre isso que iremos falar neste blog. Chega mais …

Quanto custa uma casa nos EUA?

Essa é uma das principais e mais importantes perguntas. 

Mas já trazendo boas novas, uma das várias vantagens de financiar um imóvel nos EUA é que por lá, as casas têm valores muito mais em conta do que os imóveis no Brasil.

É possível encontrar casas com alto padrão de qualidade e valores que partem de US$ 85 mil a US$ 200 mil, sendo que a taxa de juros médios anuais fica em torno 8,5%. 

Contudo, como a nossa entrevistada Elizabeth Alderete, no vídeo, reforça que, “Mas vai depender também da qualificação do comprador, pois o banco que vai avaliar qual é a porcentagem de juros”.

E essa nem é a melhor parte, caso o imóvel tenha um valor superior aos US$ 200 mil, os juros podem diminuir pela metade. 

O valor de entrada costuma ser entre 30% e 40% do total e o restante do valor pode ser pago em até 30 anos com juros variáveis de 3.5 a 6% ao ano.

Além de que, existem instituições financeiras que podem financiar até 75% do valor do imóvel, mas atenção, isso deve ser consultado nas normas do banco escolhido.

Vale a pena comprar casa nos EUA?

Já apontamos vários benefícios de comprar uma casa nos EUA e vamos apresentar mais alguns. 

Apesar das instabilidades políticas atuais, o mercado imobiliário norte-americano, pode ser sim, uma ótima alternativa para se investir ou expandir os negócios. 

Porém, antes de oficializar qualquer negócio, orientamos que verifique todas as etapas e a viabilidade do investimento, iremos falar mais ao longo do texto.

Os valores dos imóveis só aumentam, e continuam subindo, pois a busca é bem maior que o número de construções ou lançamentos.

Também existem mais duas possibilidades, a primeira é de utilizar a casa nos Estado Unidos como um endereço fiscal caso tenha uma empresa.

Deseja internacionalizar seus negócios? A Drummond Advisors, reúne em uma só empresa serviços tributários, jurídicos, contábeis e imigratórios.

Outra dica de outro é conferir esse site oficial do Governo Americano, Small Business, onde é possível encontrar informações como, empréstimos apoiados pelo governo, como começar a importar ou exportar e como iniciar um negócio nos EUA.

E a segunda, é comprar um terreno, porém os que estão vagos são localizados em áreas rurais ou fora de condomínios, o que não deixa de ser uma boa opção.

Quais os passos para Compra e Financiamento de uma casa nos EUA?

Assim como Elizabeth Alderete, diz no vídeo: “antes de tudo,é preciso definir qual o seu objetivo”: 

Comprar para morar ou investir?

Após o objetivo definido, fica mais fácil se certificar qual será o visto necessário, para só assim se poder se aplicar para o visto. 

Já, se seu objetivo for lazer, escolha a região do imóvel e o total a ser gasto. 

Uma informação importante, os vistos de turismo, trabalho e de estudante também são aceitos para a realização de financiamentos.

E isso é bem bacana, como a própria Elizabeth comentou, é uma boa forma de fazer um test-drive, para saber se vai se adaptar ou não a cultura Americana.

Caso queira investir, o visto mais utilizado por estrangeiros é o EB-5, que é uma autorização para investidor.

Tem dúvidas sobre os tipos de vistos? Precisa de mais informações? É só conferir o nosso CambioCast #1, com Wagner Pontes, CEO da D4U.

“Nessa categoria é necessário fazer o investimento em uma empresa comercial nos Estados Unidos, planejar a criação ou preservação de 10 empregos permanentes em tempo integral para trabalhadores qualificados dos EUA.”

“O Congresso criou o Programa EB-5 em 1990 para estimular a economia dos EUA através da criação de empregos e investimento de capital por investidores estrangeiros.”

Essas informações estão no site oficial U.S.Citizenship and Immigration Services, não deixe de conferir esse site, caso tenha mais dúvidas.

Se for querer alugar, existem duas alternativas: Aluguel Residencial ou de Temporada.

No Residencial, o tempo mínimo é de 180 dias, diferentemente do Brasil, não é necessário ter um fiador, mas terá que pagar uma caução de 1 até 6 meses do aluguel.

Ou, caso queira alugar por Temporada, o tempo máximo é de 180 dias, é menos burocrática e muito usada por turistas em férias.

Há a cobrança de imposto por ter a finalidade turística e o pagamento total do aluguel deve ocorrer antecipadamente.

Além disso, é preciso fazer um depósito caução para caso ocorram danos na propriedade e fornecer o cartão de crédito, se houver algum valor excedente à caução.

E para qualquer uma dessas opções, Residencial ou Temporada, indicamos a Juliana Moraes, da Okkla Realty.

E vamos de mais uma dica valiosa, o Governo Americano oferece Benefícios, Subsídios e Empréstimos Governamentais, para conferir e ter melhores informações é só clicar no link acima.

Documentação necessária

Essa parte é mais burocrática, porém a mais importante, pois é aqui onde tudo será oficializado. Vamos explicar tudo bem direitinho.

Primeiro, é necessário escolher a forma de pagamento.

Vai Comprar à Vista ou Financiar?

Caso queira pagar à vista, os documentos necessários serão, cópia do passaporte com visto válido e algum documento que comprove a renda para aquisição do imóvel escolhido.

Saiba que a declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física também é aceita pelos bancos americanos como um comprovante de renda.

Mas caso opte pelo Financiamento, também conhecido como foreign national loan, tem sido bastante utilizado por pessoas de todo o mundo, principalmente brasileiros.

Uma ótima opção para quem não dispõe do valor integral para comprar uma casa à vista, além dos juros serem menores, o processo é bem menos burocrático que no Brasil. 

Saiba que o financiamento precisará ser aprovado pelo banco e por isso é necessário entregar os documentos originais em português, como a versão em inglês.

E os documentos necessários para o financiamento da sua casa nos EUA são:

  • Documento de identificação: passaporte ou carteira de motorista;
  • Comprovante de endereço: pode ser nos EUA ou no Brasil;
  • Referência bancária com informações das contas bancárias do requerente — as contas devem existir há pelo menos dois anos;
  • Extratos bancários completos de pelo menos dois meses do período que antecede a compra;
  • Comprovante de renda;
  • Cópia do contrato de compra e venda assinado pelo vendedor e comprador.

 

Sobre a tradução de toda essa documentação, não precisa ficar preocupado, nossos parceiros, D4U, prestam esse serviço de tradução, assim como outros serviços que podem te ajudar e muito nessa fase de imigração.

Após a aprovação, a instituição bancária pode exigir um documento assinado em cartório, pelo vendedor, para atestar o recebimento do valor da entrada.

O financiamento pode ser aprovado dentro de 60 dias.

Outra opção é o empréstimo, uma possibilidade bem incomum aqui no Brasil, onde se dá como garantia a casa própria, que fica com o comprador.

Porém, caso o comprador não consiga pagar as parcelas do financiamento, o banco passa a ter o direito de tomar o imóvel.

Transferência de fundos e financiamento

Para quem for comprar uma casa nos Estados Unidos para investir, aqui vão algumas orientações bem importantes.

Se o comprador ou investidor optar pela hipoteca não precisará pagar nenhum valor diretamente ao corretor.

O pagamento será realizado em uma conta chamada de Escrow – que é uma conta judicial e que pertence ao sistema cartorial norte-americano.

Não é necessário depositar qualquer valor em dinheiro para terceiros.

Por isso, orientamos que contrate um corretor de imóveis profissional e de confiança, vale ressaltar que nos EUA é impossível fazer a compra sem um corretor.

Explicando melhor, isso ocorre pois o corretor só tem acesso às propriedades no Estado em que é licenciado.

Comprar uma casa nos EUA dá Green Card ou residência permanente?

“A lei de imigração dos EUA permite que certos não-cidadãos que são imigrantes baseados no emprego se tornem residentes permanentes legais (obtenham um Green Card).” Fonte Oficial – Green Card for Immigrant Investors.

O imigrante que comprar um imóvel nos Estados Unidos tem o direito de morar legalmente na América, durante o período em que o seu visto legalmente aprovado permitir. 

Mas não fique triste. Comprar uma casa nos Estados Unidos é um dos vários passos para se conquistar o sonhado Green Card ou Residência Permanente.

Deixando bem claro, o motivo é que adquirir uma casa nos EUA é permitido para estrangeiros que tenham como finalidade, investir ou ter uma casa para passar as férias.

Então no caso, você pode comprar uma casa e ir para lá passar as suas férias e quando tiver que voltar para terras brasileiras, pode colocar para alugar.

Vou explicar o processo de aluguel no próximo tópico.

Voltando a falar dos vistos, diversos fatores são verificados ao se liberar um visto permanente para o imigrante, comprar um imóvel não é um desses fatores.

Pois não comprova qualidades realmente relevantes para uma aplicação de visto.

Mas, caso já tenha Green Card, ou um visto de trabalho, fique sabendo que existem facilidades para você poder financiar uma casa nos EUA, algumas são os juros e taxa de entrada bem mais baixa.

Aluguel de casa nos EUA

Caso queira alugar o seu imóvel nos EUA, saiba que é possível. 

Porém é necessário alugar por meio de uma imobiliária gestora para o imóvel, que ficará encarregada de angariar inquilinos, receber os aluguéis e dar manutenção no imóvel.

Também atente-se que o custo da Imobiliária vai variar entre 10% a 30% do valor do aluguel.

Já se o caso for que você queira alugar uma casa nos EUA, eu explico um pouco mais acima sobre. Mais detalhes serão dados em um próximo texto.

Fique atento as nossas redes sociais, para assim quando publicarmos você ficar sabendo.

A CambioReal é a plataforma ideal para as suas transferências internacionais totalmente online diretamente do Brasil, com atendimento feito por brasileiros.

Envie e receba dinheiro do exterior de uma forma simples, sem burocracia e pagando muito mais barato.

É, sem dúvidas, uma excelente forma de garantir o pagamento do seu financiamento de forma rápida e descomplicada.

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O que é Chargeback e como evitá-lo?

O que é Chargeback?

E como evitá-lo.

O chargeback pode causar grandes transtornos às empresas e é considerado um dos principais problemas para empreendedores do comércio eletrônico.

Nesse artigo vamos te ensinar o que é Chargeback e como evitá-lo. Confira!

O que é o Chargeback?

Nos Estados Unidos, o Chargeback é o processo de cancelamento de um pagamento realizado com um cartão de crédito ou débito.

O Chargeback acontece quando a emissora do cartão acredita que o consumidor foi lesado durante a transação (como no caso de fraude) e pede que o comerciante reembolse o valor pago.

A sua função é proteger o consumidor de fraudes ou cobranças indevidas.

Também vale destacar que o chargeback tem um impacto negativo apenas para o comerciante.

Já que ele deverá pagar uma taxa ao banco e terá sua reputação comprometida caso o banco determine que houve uma cobrança indevida contra o consumidor.

E, caso seja comprovado a fraude por parte do cliente, a solicitação apenas será cancelada e nenhuma taxa será cobrada do cliente.

Mas tudo isso pode ser evitado e a CambioReal é a escolha ideal para proteger o comerciante dos chargebacks.

Vamos explicar melhor como todo o processo de chargeback funciona, as principais causas e como se prevenir.

Chargeback, estorno e reembolso são a mesma coisa?

O chargeback é normalmente confundido com “reembolso e estorno”, porém são situações diferentes.

Essa confusão até que é bem aceitável, já que os três termos se referem a processos financeiros relacionados a transações de pagamento.

Todos são usados ​​para cancelar transações e solicitar a devolução do valor da compra, mas quem faz a solicitação e quem é responsável irá depender do processo.

É muito importante que os comerciantes e os titulares do cartão entendam como esses processos funcionam para evitar que problemas surjam em suas vendas online.

Continue lendo para entender em detalhes essa diferença.

Chargeback

É uma solicitação de devolução de um pagamento iniciada pelo comprador junto ao emissor do seu cartão de crédito ou débito.

Que ocorre quando o comprador acredita que o pagamento foi feito indevidamente ou que o produto ou serviço não foi entregue de acordo com o prometido.

O processo de chargeback geralmente resulta na devolução do dinheiro ao comprador e na retirada desse valor do vendedor.

Estorno

A principal diferença entre estorno e chargeback é quem faz a solicitação: sendo que no estorno é o titular do cartão e no chargeback é o emissor do cartão.

Estorno e o chargeback são termos comumente usados ​​no mundo das transações financeiras online e podem ser confusos para muitas pessoas.

De forma bem simples, estorno é a devolução do valor referente a um pagamento que foi realizado indevidamente.

Para ser considerado um Estorno, o titular do cartão deverá solicitar à emissora do cartão, alegando que houve um erro de fraude, produto defeituoso ou serviço não entregue.

O processo pode levar alguns dias ou semanas, o prazo irá depender do emissor do cartão e do motivo do estorno que o consumidor apresentar.

Sobre o valor do estorno, ele é creditado na conta do titular do cartão, após a finalização da solicitação de estorno.

Já o comerciante é obrigado a reembolsar ao emissor do cartão o valor da transação.

Reembolso

Já o reembolso é a devolução do dinheiro ao comprador após um pedido ter sido feito pelo consumidor diretamente ao vendedor.

Ou seja, o emissor do cartão não participa do processo.

O cliente poderá solicitar o reembolso por vários motivos, incluindo insatisfação com o produto ou serviço, problemas de qualidade ou atraso na entrega.

Tanto o reembolso quanto o chargeback são processos que permitem aos clientes obterem o valor pago de uma compra, mas existem diferenças entre eles.

Em resumo, é um processo direto entre o comprador e o vendedor, enquanto o chargeback envolve a intervenção do emissor do cartão de crédito do cliente.

Por que o chargeback é tão preocupante?

O chargeback é preocupante para os comerciantes por acarretar em perdas financeiras.

Isso ocorre porque o valor da transação é devolvido ao comprador e, em alguns casos, uma taxa é aplicada ao comerciante.

E se o comerciante receber muitos chargebacks, ele pode perder muito dinheiro.

Além disso, o chargeback pode ser um sinal para o emissor do cartão de que o comerciante não está fornecendo um bom serviço ou produto aos clientes.

Sem contar que se muitos clientes contestam as transações e isso indica que o comerciante está fornecendo produtos ou serviços de baixa qualidade.

Prejudicando a reputação do comerciante com o emissor do cartão, afetando assim negativamente seus negócios.

Por fim, o chargeback pode levar a restrições ou até mesmo a suspensão na conta do comerciante.

Porque se um comerciante receber muitos chargebacks, a operadora do cartão pode impor limitações em sua conta ou até mesmo suspendê-la.

Em resumo, o chargeback é uma preocupação para os comerciantes, pois pode levar a perdas financeiras, prejudicar a sua reputação e até mesmo levar a restrições ou suspensões de contas bancárias.

Causas de um Chargeback

Várias razões podem levar a sua empresa a receber um chargeback e algumas delas são:

Quando um produto ou serviço defeituoso não atende às expectativas do cliente ou for enviado com defeito, ele poderá contestar a cobrança.

Caso haja problemas com a entrega e o produto não for entregue no prazo prometido ou não for entregue, o cliente pode contestar o valor pago.

Se houver um erro na cobrança, como cobrar o valor duas vezes no cartão do cliente ou uma cobrança indevida, poderá acarretar em um chargeback.

Fraude

Acontece quando uma compra é realizada, mas o comprador alega que não autorizou a transação ou recebeu o produto ou serviço.

O que resulta na reversão da transação e na devolução do dinheiro ao comprador.

Existem várias maneiras pelas quais esse tipo de fraude pode ocorrer. E aqui estão alguns exemplos:

  • Cartão ou Identidade roubada: É quando um fraudador obtém um cartão de crédito ou informações pessoais de alguém e faz compras com elas.

O criminoso recebe os produtos ou serviços, porém o titular do cartão ao verificar as compras solicita um chargeback alegando que as compras não foram autorizadas e nem feitas por ela.

  • Alegação de não recebimento: O consumidor alega que nunca recebeu um produto.

O cliente pode solicitar um chargeback para recuperar o dinheiro da compra.

  • Manipulação de transações: Um fraudador manipula as informações da transação para parecer que a compra não foi autorizada ou que nunca recebeu o produto.

O que inclui a falsificação de informações de entrega ou a modificação dos dados do cartão de crédito.

Reforçamos que para evitar esses e quaisquer tipos de fraude que causem chargeback, os vendedores devem tomar medidas de segurança.

Sempre verificar as informações do cartão de crédito, usar sistemas de detecção de fraude como Chargeback guarantee da CambioReal e registrar as transações e entregas.

Além disso, é importante agir rapidamente ao detectar possíveis fraudes e contestar os chargebacks de forma adequada.

Autofraude

Ocorre quando o titular de cartão de crédito intencionalmente contesta uma transação legítima em seu cartão de crédito, a fim de receber um reembolso, mesmo tendo recebido o produto ou o serviço.

Existem algumas maneiras pelas quais um titular de cartão pode realizar uma autofraude de chargeback.

A forma mais comum é quando o cliente contesta a transação com seu banco, alegando que a transação foi fraudulenta ou não autorizada.

Em seguida, o banco emite um reembolso ao cliente, enquanto o comerciante é responsável pelo valor da transação.

A outra forma de autofraude é quando o cliente alega que o produto ou serviço recebido estava com defeito ou não atendeu às expectativas.

O cliente então contesta a transação e recebe um reembolso, e continua com o produto ou serviço.

Por fim, o cliente também pode alegar que nunca recebeu o produto ou serviço, mesmo que a entrega tenha sido feita.

Assim o cliente contesta a transação, recebe um reembolso e continua o produto ou serviço.

A autofraude de chargeback é ilegal e pode acarretar em processos criminais e civis, contra o consumidor. Além de prejudicar a reputação do comerciante.

Erro no valor

Este tipo de chargeback ocorre quando o comprador contesta a transação, por conta de uma discrepância entre o valor que esperava pagar e o que foi realmente cobrado.

São vários os tipos de erros de cobranças:

  • Cobranças duplicadas;

  • Cobranças incorretas;

  • Cobranças acidentais;

  • Valor cobrado não corresponde ao produto ou serviço recebido.

Para contestar a transação, o comprador deve entrar em contato com a instituição financeira emissora do cartão e iniciar o processo de chargeback.

Nesse processo, a instituição financeira investiga a transação e verifica se houve um erro no valor. Caso confirme o erro no valor, o comerciante é notificado e pode ser obrigado a reembolsar o comprador.

Além disso, o comerciante pode estar sujeito a uma multa ou penalidade por não ter respeitado as regras de processamento de transações.

É importante manter registros precisos e detalhados de todas as transações e estar preparado para responder prontamente às contestações de chargeback.

Problemas com a entrega

Quando um comprador contesta uma transação com o emissor do cartão, alegando que não recebeu o produto ou serviço que comprou.

Que pode ocorrer por diversos motivos:

  • A entrega ter sido feita em um endereço incorreto ou incompleto;

  • A mercadoria ter sido danificada ou extraviada durante o transporte;

  • Podem ocorrer falhas no processo de rastreamento e confirmação da entrega.

O emissor do cartão investigará se as alegações são reais e assim determina se o chargeback é válido.

Nisso, o comerciante é notificado e poderá apresentar informações e documentos que comprovem a entrega e que o comprador recebeu o produto ou serviço que adquiriu.

Porém, se o emissor do cartão decidir seguir com o chargeback, o valor da transação é cobrado do comerciante e devolvido ao comprador.

É importante destacar que o comerciante poderá contestar o chargeback apresentando mais informações para reverter a decisão.

Mesmo assim, o resultado final depende da análise do emissor do cartão e das políticas do sistema de pagamentos utilizado.

O que fazer para evitar o chargeback?

Para evitar um chargeback, trouxemos algumas práticas recomendadas:

Forneça descrições detalhadas e precisas sobre o produto ou serviço, fornecendo fotos, especificações e outras informações relevantes.

Garanta que a transação de pagamento seja legítima, verificando a identidade do cliente e a validade do cartão de crédito.

Comunique claramente as políticas de devolução e reembolso, para que os clientes saibam o que esperar.

Manter registros precisos de transações e informações do cliente, para que possam ser facilmente acessados ​​em caso de disputa.

Como já foi dito, garantir a provas que o produto ou serviço fornecido é o mesmo que o cliente recebeu, pode evitar futuras dores de cabeça.

Usar sistemas de segurança, como criptografia de dados, para proteger as informações do cliente durante a transação.

Estabelecer um processo de disputa interno para resolver problemas de forma rápida e eficiente antes que o cliente faça um chargeback.

Fornecer um bom atendimento ao cliente, respondendo rapidamente às perguntas e resolvendo quaisquer problemas rapidamente.

Ao seguir essas práticas recomendadas, você pode reduzir significativamente a probabilidade de chargebacks e, ao mesmo tempo, aumentar a satisfação do cliente.

Ferramentas de sistemas antifraude de chargeback podem variar dependendo do provedor de pagamento utilizado e das ferramentas disponíveis para sua empresa.

Trouxe algumas etapas que podem ajudar na implementação dessas ferramentas:

  1. Antes de implementar as ferramentas antifraude, avalie seus riscos e entenda quais são os tipos de fraudes mais comuns em sua empresa.

  • Isso irá ajudar a escolher as ferramentas certas de acordo com as suas necessidades.

  1. Existem ferramentas antifraude, desde soluções simples que usam regras predefinidas até soluções mais avançadas que usam inteligência artificial.

  • Selecione uma ferramenta que atenda às suas necessidades e orçamento.

  1. Depois de escolher a ferramenta antifraude, integre-a ao seu sistema de pagamento ou plataforma de comércio eletrônico.

  • Muitos provedores de pagamento têm documentação e orientação para ajudá-lo a fazer isso.

  1. A maioria das ferramentas antifraude permite que você configure regras de detecção de fraude para alertá-lo sobre transações suspeitas.

  • Configure as regras com base em seus riscos e necessidades.

  1. À medida que começar a usar a ferramenta, será necessário ajustar as regras de detecção de fraude.

  • Utilize como base os resultados que obter e também fique atento às métricas e faça ajustes sempre que necessário.

  1. Treine uma equipe para usar a ferramenta antifraude e interpretar os resultados. Isso ajudará a garantir o aproveitamento máximo da ferramenta.

  1. Monitore os resultados da ferramenta e analise as métricas para entender como ela está ajudando a reduzir as fraudes de chargeback.

  • Isso ajudará a identificar áreas para melhorias e ajustes adicionais na ferramenta.

É muito importante reforçar que nenhuma ferramenta antifraude é 100% infalível.

Por isso é importante monitorar continuamente seus riscos e fazer ajustes nas regras de detecção de fraude sempre que necessário.

De quem é a responsabilidade pelo chargeback?

A responsabilidade irá variar dependendo da situação e da etapa do processo de Chargeback.

O emissor do cartão é responsável por processar o chargeback e reembolsar o titular do cartão se a transação for contestada com sucesso.

o comerciante é responsável por lidar com o chargeback, podendo ser responsabilizado pelo valor da transação se a contestação for considerada válida.

E o titular do cartão também pode ser considerado responsável pelo chargeback caso a contestação seja considerada inválida.

Resumindo, a responsabilidade pelo chargeback pode variar dependendo das circunstâncias específicas de cada transação.

Por isso, é essencial compreender as políticas e procedimentos relacionados ao chargeback e trabalhar para resolver quaisquer disputas de forma justa e eficiente.

Como não sofrer risco de Chargeback

Com a CambioReal você não corre riscos.

Os pagamentos são assegurados contra o risco de ChargeBack (Chargeback guarantee).

Quer ficar longe deste tipo de problema?

A CambioReal é a solução ideal. Você, lojista virtual precisa fazer uso de ferramentas especializadas no combate a fraudes e assim diminuir o índice de chargeback.

Falamos anteriormente no texto o quanto o Chargeback pode ser prejudicial.

Em um ano, isso poderá representar bilhões em prejuízos.

A CambioReal, por exemplo, mapeia o comportamento de consumo dos clientes em ambientes digitais, o que facilita a identificação de padrões de ataque de fraudadores.

Ter um parceiro especializado em combate a fraudes significa diretamente em menos reprovações, menos chargeback, menor tempo de resposta e mais vendas legítimas.

Tenha o seu negócio preparado para o futuro e com o desempenho garantido.

Nossa proteção total contra chargeback, permite a venda para qualquer pessoa, em qualquer lugar.

Seus custos sob controle e siga competitivo e eficiente com os nossos pagamentos por cartão com Chargeback guarantee, solução anti-fraudes automatizada.

Menos atrito com oseu cliente e maximize o valor da vida útil.

A nossa análise precisa da fraude reduz os falsos positivos e permite que os pedidos sejam enviados mais cedo.

Há 19 anos atuando no mercado de remessas, a Cambio trabalha na operação de envio de dinheiro dos EUA ao Brasil e do Brasil ao exterior de forma prática, econômica e segura.

A logística de cada um de nossos serviços foi cuidadosamente planejada para que seu envio seja descomplicado.

Assim, você gasta menos tempo e dinheiro e consegue focar na verdadeira diversão de sua viagem, seu intercâmbio ou suas compras.

Além do serviço de remessas, oferecemos o serviço de cobranças para empresas que desejam receber pagamentos de seus clientes brasileiros.

Como o cliente solicita Chargeback?

O processo se inicia quando um cliente acredita que foi vítima de fraude ou de uma cobrança indevida.

Ele deve entrar em contato com a instituição financeira que emitiu seu cartão de crédito ou débito, por telefone, e-mail ou diretamente pelo aplicativo ou site da instituição.

No contato, o cliente deve informar o motivo da solicitação de Chargeback. Podendo alegar fraude, não ter recebido o produto, ele ter vindo com defeito ou uma cobrança indevida.

Depois que a solicitação de Chargeback é feita, a instituição financeira inicia uma investigação para determinar se a solicitação é válida.

Isso pode envolver a verificação de documentos, a análise de dados de transações e a comunicação com o vendedor.

Se a instituição financeira determinar que a solicitação de Chargeback é válida, ela iniciará o processo de estorno.

Isso pode levar vários dias ou semanas para ser concluído, dependendo da instituição financeira e do processo específico.

É importante ressaltar que o Chargeback acarreta em consequências negativas para o vendedor, incluindo a perda de dinheiro e a penalização pela instituição financeira.

Por esse motivo, é importante que os vendedores garantam uma plataforma de pagamentos com Chargeback.

Assim, as chances da sua empresa cair em golpes serão reduzidas evitando também dores de cabeça, perdas financeiras e penalizações.

Com a CambioReal você não corre riscos. Os pagamentos por cartão são Chargeback guarantee.

Como Escolher Parceiros de Pagamentos Internacionais?

Como escolher um parceiro para pagamentos internacionais?

No mundo globalizado de hoje, as transações internacionais tornaram-se uma necessidade para muitas empresas e indivíduos. 

Escolher o parceiro certo para pagamentos internacionais é crucial para garantir transações seguras, eficientes e econômicas. Mas como fazer a escolha certa? Neste artigo, exploraremos os principais fatores a considerar.

Escolher o parceiro certo para pagamentos internacionais é crucial para garantir transações seguras, eficientes e econômicas.

Mas como fazer a escolha certa? Neste artigo, exploraremos os principais fatores a considerar.

Por que você precisa de um parceiro de pagamentos internacionais?

No mundo globalizado de hoje, as transações internacionais tornaram-se uma necessidade para muitas empresas e indivíduos. 

Taxas e Custos Associados

O primeiro e mais óbvio fator a considerar são as taxas.

Alguns parceiros podem oferecer taxas de câmbio mais baixas do que outros.

Mas é essencial comparar e entender todas as taxas envolvidas.

Pois muitas vezes, o câmbio é mais atrativo mas cobra-se uma taxa de serviço extra do seu cliente ou da sua empresa.

Neste caso, sempre busque uma simulação e principalmente entenda quanto a solução vai custar para sua empresa e para seu cliente. 

Fatores na escolha do Parceiro de Pagamento Internacional

Primeiro, vamos resumir as taxas e impostos associados a pagamentos internacionais.

Depois, vamos te mostrar outros fatores importantes. Começando então com impostos, temos:

IOF

É o imposto sobre a operação financeira.

Se a solução que você escolheu não foi criada nativamente como uma solução para pagamentos internacionais, é possível que seu cliente vá pagar um IOF mais alto.

Por exemplo, se ele usa um cartão internacional para te pagar, o IOF é 5.38%.

Já se ele te paga por PIX via processadora internacional, o IOF deve ser 0.38%.

Taxa de câmbio

Teoricamente seria quanto seu cliente vai pagar por cada dólar.

Mas na prática se uma empresa oferece câmbio comercial, com certeza haverá taxa extra de transação e seu cliente vai pagar mais do que só a taxa de câmbio pelo dólar.

Neste caso, busque entender qual é o VET (valor efetivo total) ou o custo final.

Taxa de serviço ou processamento

É a taxa que a processadora vai cobrar de você e/ou do seu cliente por processar a transação.

Para garantir um maior controle das suas margens é sempre interessante buscar um parceiro que não cobre taxa de processamento e que seja remunerado apenas pelo spread (taxa de câmbio).

Segurança e Confiabilidade

A segurança das suas transações deve ser uma prioridade.

Certifique-se de que o parceiro possui as certificações necessárias e segue padrões internacionais de segurança.

Nos Estados Unidos é preciso ter uma licença de banco ou de MSB (Money Service Business)

Consulte avaliações e feedbacks de outros clientes para garantir a confiabilidade do serviço.

Suporte ao Cliente

Um bom suporte pode fazer toda a diferença em situações complicadas.

Opte por parceiros que ofereçam múltiplos canais de suporte, como chat ao vivo, WhatsApp, e-mail e telefone 

Uma equipe que consiga atender não só as suas necessidades mas também as dúvidas pontuais dos seus clientes é essencial.

Isso pode te economizar bastante tempo e energia nas relações comerciais. 

Disponibilidade

O suporte deve estar disponível quando você precisar, considerando diferentes fusos horários.

Escolher um parceiro para pagamentos internacionais é uma decisão importante que pode impactar significativamente sua experiência de transação e seus custos.

Considerando os fatores mencionados acima, você estará bem equipado para fazer uma escolha informada e encontrar um parceiro que atenda às suas necessidades.

Perguntas Frequentes

O que são pagamentos internacionais?

São transações financeiras que envolvem o envio ou recebimento de dinheiro entre países diferentes.

Quais são as principais taxas associadas aos pagamentos internacionais?

As principais taxas incluem taxas de transação, taxas de câmbio e, em alguns casos, taxas adicionais para serviços acelerados.

Como posso garantir que minha transação internacional seja segura?

Certifique-se de escolher um parceiro de pagamento com boas certificações de segurança, uma reputação positiva e feedbacks favoráveis de outros clientes.

Quanto tempo leva para processar um pagamento internacional?

O tempo de processamento pode variar dependendo do método de pagamento escolhido e do parceiro.

Pode variar de algumas horas a vários dias.

Existe um limite para quanto dinheiro posso enviar ou receber internacionalmente?

Os limites podem variar dependendo do serviço ou instituição financeira escolhida.

É sempre bom verificar os termos e condições do seu provedor.

Posso fazer pagamentos internacionais usando criptomoedas?

Alguns parceiros de pagamento internacionais começaram a aceitar criptomoedas.

No entanto, é essencial verificar com seu provedor específico.

Há taxas ocultas nas transações internacionais?

As taxas devem ser transparentes e comunicadas antecipadamente.

No entanto, sempre é recomendável ler os termos e condições e perguntar ao seu provedor sobre todas as taxas associadas.

Contrato de câmbio

Contrato de Câmbio

Tudo que você precisa saber

Se a sua empresa faz negócios no exterior então a chance é grande de que ela vai precisar de um contrato de câmbio.

Abaixo vamos te explicar com exemplos o que é um contrato de câmbio e os tipos. Confira!

O que é um contrato de câmbio?

Sempre que há um comprador e um vendedor de moeda estrangeira, tem que haver um contrato de câmbio.

Esse é o regulamento no Banco Central e é esse protocolo que nós seguimos aqui na CambioReal.

O contrato de câmbio é uma garantia de segurança para que os dados de quem vende e quem recebe moeda estrangeira sejam transparentes e estejam disponíveis para consulta do Banco Central se necessário.

Ele te dá garantia jurídica de que todo o processo é legal, diferente por exemplo do uso de doleiros clandestinos, onde há risco muito grande de você ser auditado se não conseguir justificar a origem da moeda estrangeira negociada.

Você precisa de um contrato de câmbio?

Seja como pessoa física ou jurídica, por via de regra, se você vai mover mais do que 10 mil dólares, então precisa assinar um contrato de câmbio.

Não importa a natureza dessa transação.

Por exemplo, você pode fazer tanto uma transferência (remessa) como um pagamento para os EUA e nós, aqui na CambioReal, vamos preparar um contrato específico para cada situação.

Para criar um contrato de câmbio é necessário a verificação das informações do cliente.

No caso de pessoa física, nós solicitamos um documento com foto e um comprovante de residência.

Dependendo se o valor da transação for muito alto, pode ser solicitado também um comprovante de fundos (declaração do imposto de renda do ano anterior ou outro comprovante de renda).

Já para pessoa jurídica, solicitamos documentos de registro da empresa e dos sócios.

Claro, na CambioReal, trabalhamos principalmente com envio de dinheiro e pagamentos, mas existem outros tipos de contrato de câmbio (como para importação por exemplo).

Abaixo, vamos mostrar todos!

Quais os tipos de contrato de câmbio?

Segundo o Banco Central do Brasil temos 10 tipos de contrato de câmbio.

  • Contrato de compra (Tipo 1): utilizado para serviços de exportação de mercadorias;
  • Contrato de venda (Tipo 2): utilizado para importação de produtos com pagamento antecipado, à vista ou com prazo para liquidação de até 1 ano;
  • Contrato financeiro de compra (Tipo 3): específico para transferências de dinheiro realizadas em outro país;
  • Contrato financeiro de venda (Tipo 4): específico para transferências de recursos para o exterior com prazo de importação superior a 12 meses, a contar da data de embarque do produto;
  • Contrato interbancário de compra (Tipo 5) e venda (Tipo 6): referentes a operações de câmbio para compra e venda realizadas entre agentes autorizados no Brasil e/ou no exterior;>
  • Alteração contratual de câmbio de compra (Tipo 7) e venda (Tipo 8): utilizados para alterar algum item ou condição do documento de compra e venda de moeda estrangeira nos casos dos tipos 1, 3 e 5;
  • Cancelamento contratual de câmbio de compra (Tipo 9) e venda (Tipo 10): utilizados para cancelar contratos de compra e venda de moeda estrangeira nas situações dos tipos 2, 4 e 6, de forma total ou parcial.

 

Para garantir que as operações de câmbio ocorram sem imprevistos, é importante que todos os envolvidos saibam bem as diferenças entre cada tipo de contrato e o que cada um implica em termos de regras e dinheiro.

Como criar um contrato de câmbio?

Os tipos de contrato de câmbio vão definir as taxas e impostos que você vai pagar na cotação do dólar.

Por isso, é muito importante que você busque um especialista na área na hora executar um contrato de câmbio.

Se você precisa enviar dinheiro do Brasil para os Estados Unidos ou vice-versa, entre em contato com nosso chat.

Nós podemos desenvolver um contrato de câmbio em 1 dia útil e executar a sua transação de imediato com uma das melhores cotações no mercado.

E caso você tenha uma empresa nos EUA e precise receber pagamentos do Brasil, fique tranquilo!

Nós também temos um produto especial para essa demanda, com um contrato de câmbio para pagamentos: o CambioCheckout.

Como alterar ou cancelar um contrato de câmbio?

Como nós mostramos no capítulo sobre os tipos de contrato de câmbio, os tipos 7, 8, 9 e 10 são os responsáveis por fazer esse tipo de alteração.

Cancelar um contrato de câmbio é muito fácil, desde que você tenha o suporte necessário da sua money service business.

Confira nos links as soluções listadas e caso você tenha alguma dúvida não deixe de clicar no botão chat e falar agora mesmo com um de nossos atendentes online.

Até a próxima!